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phpSenha

PHP, Software Livre |

É, como disse no post anterior, lancei meu primeiro software livre, que nasceu pra suprir uma necessidade minha apenas, sem muitas espectativas afora.. mas como toda empolgação inicial, já mandei um segundo update.

Nessa segunda versão, a única atualização mesmo, é a confirmação de exclusão/atualização de um registro.

Quanto ao nome, pra isso sou péssimo, então deixei phpSenha por enquanto, sugestões são sempre bem vindas, enquanto isso, vou esperando a logo que o Rafa me prometeu :P

Bom proveito ;)

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Senhas.php - Um gerenciador de senhas simples

PHP, Software Livre |

Pra quem trabalha com vários projetos ao mesmo tempo, e acessa vários servidores, como eu, chega uma hora que a organização de senhas vira um verdadeiro caos.

Nos servidores que tenho acesso SSH, faço uso da chave pública, mas de qualquer forma, sempre há a necessidade de guardar a senha anotada em algum lugar, de forma segura.

Então, inspirado no todo.txt, que é um script que uso sempre para gerenciar minha lista de tarefas, fiz um pequeno script, onde eu posso cadastrar as senhas que possuo com segurança, e acha-las de uma forma simples e rápida.

Ficou curioso? Então dá uma olhada aqui, e baixe sua cópia, tomara que seja tão útil pra você quanto é pra mim.

Instalação:
A instalação é simples, mas você precisa ter a classe Console_Color e Console_Table (disponíveis nos repositórios PEAR) e o PHP-Cli instalados, logo após isso, basta dar permissão de execução para o script e salvar ele em algum diretório que esteja no seu PATH. Os passos para isso são:

$ sudo apt-get install php5-cli php-pear
$ sudo pear install Console_Color
$ sudo pear install Console_Table
$ chmod +x senha.php

Pra facilitar ainda mais o uso, você pode criar um alias dentro do seu .bashrc pra chamar o script, aqui ficou assim:

alias senha=’$HOME/bin/senha.php’

Pronto, agora é só rodar o comando “senha” que será mostrada as opções para você, mas se você não quiser adicionar um alias, basta executar o script e pronto.

Ps: então, o script só funciona no Linux e derivados ok?!? Pra galerinha que usa Windows, não tenho a menor idéia de como fazer funcionar porque não tenho o mesmo aqui pra testar.

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Transparência sem Compiz

Software Livre |

Tava procurando na net alguma forma de resolver o problema da falta de bordas, quando acionava o Compiz aqui no Debian Lenny, quando me deparei com a seguinte dica no blog do Lorenzo para obter o único efeito que eu uso no Compiz: a transparência real no terminal.

$  gconftool-2 --type bool --set "/apps/metacity/general/compositing_manager" "true"

Facinho, facinho.. e cá estou eu, com o terminal transparente - vai por mim, se tu usa um o dia inteiro, como eu, vai te economizar alguns tantos “ctrl+tab”.

Essa foi du carai!

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OpenSuse 11 - conclusões após um mês de uso

Software Livre |
lagartinho massa...
opensuse

lagartinho massa...

Usei o OpenSuse 11 como SO padrão e único no meu note por pouco mais de um mês, e as impressões causadas pelo mesmo, não foram das piores, pelo contrário, gostei muito da distribuição, e assim como o Ubuntu, são poucas as impressões ‘de que falta algo’…

Resumindo um pouco dessas impressões que tive, em algumas áreas:

Rede
Confesso que fiquei feliz quando minha wireless voltou a funcionar, mas ainda não consegui driblar o Network Manager para fazer minha wireless funcionar em modo Ad-hoc. Mas gostei muito do suporte que ele me tras para utilizar o meu modem 3G (um Huawei 220).

Som
O som deixou muito a desejar, não gostei desse PulseAudio, que substitui o Alsa não somente no OpenSuse, mas também em praticamente todas as distribuições atuais. Achei complicado e meu som perdeu mais da metade do volume e qualidade - o som do meu notebook, um Acer 5610, já não é uma coisa boa, prejudicado então, dae ‘avacalha’… Muitos programas não funcionaram ou funcionavam “quando queriam”, como o Zoiper e Skype (softfones), o flash as vezes ficava sem som também, me forçando a matar o daemon e reiniciar o navegador, mas daí, nada mais que tinha som funcionava, um estresse.

Yast2
Apesar de ser muito bom, eu ainda prefiro a agilidade de um apt-get ou um apt-cache, pq a cada hora que você tenta iniciar, ele tenta atualizar a base de dados, tomando mais de um minuto aqui, chega uma hora que irrita.

Teclado
Esse, funcionou normal, com algumas combinações de Fn funcionando, principalmente a barra ‘/’, que é um Yôga praticamente - Fn + ; ou AltGr + Q, simples né? Faz isso umas 400x por dia no mínimo pra você ver o que é bom… As teclas especiais (como as de som, ao lado do note) funcionaram tão logo eu baixei o módulo ‘acerhk’, disponível nos repositórios de terceiros.

Instalação
Essa foi tranquila, demorou um pouco por eu ter efetuado a instalação full a partir do DVD, em seguida, algumas atualizações -  como de praxe em qualquer SO - que demoraram ainda mais porque “meu 3G não é 3G”.

Conclusão

O OpenSuse é uma distribuição realmente muito boa, quase tão fácil de manter quanto o Ubuntu para um usuário final, sem contar que tudo é muito bonito de se ver.
Infelizmente, após um mês de uso, com aplicativos de uso comum instalados mais alguns pacotes para desenvolvimento (basicamente PHP 5 e suas extensões, Apache 2, MySQL 5, SVN e NetBeans) a máquina começou a dar alguns problemas, como travamentos e instabilidade em alguns aplicativos, principalmente Firefox e no audio. Aproveitando que teria que formatar a máquina, já estou experimentando o Slackware 12, mas isso fica para um outro post.

Até mais…

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Em busca do editor ideal

Software Livre |

Ainda estou na batalha de escolher a IDE perfeita para trabalhar e conseguir tocar meus projetos com o máximo de produtividade, ando por aí testando e testando as opções que aparecem. A intenção é das melhores, achar a DE perfeita (ao menos para mim) e de preferência, livre. Sim porquê não?

Já testei o Eclipse com PDT, que em minhas primeiras impressões sempre me agradou muitíssimo, mas depois que formatei meu note, e tive que baixar novamente, nunca mais consegui instalar os plugins para SVN e Javascript que eu tanto gostava. Outra coisa que não me agrada, é aquele “.project” & “.settings” que ele põe no diretório. Tá, chatice minha.

O Aptana eu também gostei muito, é um Eclipse bombadinho, com ele, foi fácil instalar o SVN, só não consegui trocar algumas teclas de atalho, mas ele começou a travar e eu resolvi sair fora. E ele também mexe na pasta, herança do Eclipse.

Então resolvi instalar o NetBeans 6.1, muito bonito e leve, gostei logo de cara, até escrevi um post sobre isso, irado, irado e irado. Mas, péra.. hmm , tá diferente, os menus estão sem bordas.. ok, é problema sei lá, botei a culpa no Java sem saber, chutei meio certo, meio certo. Meu amigo Michel, evangelizador NetBeans, me deu a dica, adicionei uma linha no netbeans.conf, e o menu voltou a ter bordinha e tudo mais, Java Look, bem bonitinho, voltei a gostar, se não fosse por um outro probleminha, eu perco o foco do editor quando ele tenta me completar algum método, parâmetro, função, qualquer coisa, e eu não consigo editar mais nada, o teclado simplesmente não responde (isso só dentro do NB). Então, tenho que usar o mouse para efetuar uma tarefa qualquer que me abra uma janela (um debug por exemplo), e daí sim, consigo voltar o teclado novamente, muito estranho, essa o Michel não conseguiu me ajudar ainda, mas to na fé.

O Silvano me deu a dica do Zend Studio for Eclipse, muito legal, é grandinho pra baixar, mas é leve, um Eclipse ultra super mega bombado, mas volto a chatice do “.project” e “.settings”, mas isso eu deixo pra lá, uma pena é que a versão que tá disponível expira em 30 dias.

vim - navegador de arquivos
Outro que voltou a ter seu lugar ao sol como IDE efetiva de trabalho aqui no note é o Vim. Tá, antes que você me ch ame de louco, olha nos shots abaixo, o Vim é ultra-mega-irado. Quase tudo que você usa no dia-a-dia em qualquer IDE, o Vim faz, vou citar a lista das mais comuns e práticas:

- cor de sintaxe (:syntax on)
- abas (:tabnew, :tablast, :tabfirst, ctrl+PgUp)
- navegador de arquivos (uso o plugin NerdTree, configurado para abrir com F5 - vide shot)
- acesso a shell (:shell)
- recortar (c), copiar (y) e colar (p)
- buscar (/palavra)
- substituir (:%s/original/substituição)
vim-autocomplete
O Vim é poderosíssimo e pegando o jeito, altamente produtivo. Para isso, como qualquer outro editor, requer somente um pouco de costume. E por ser um editor que vem por padrão em praticamente todas as distribuições fica fácil manter uma configuração pessoal em diversos lugares, já que fica tudo no .vimrc e no diretório .vim - os meus dois são uma mescla de configurações pessoais baseadas no manual, scripts que baixei no site oficial, algumas configurações disponíveis no .vimrc do Aurélio e outras configurações que fui achando na Internet.

Ah, em tempo ainda, a correção do NetBeans passada pelo Michel é a seguinte, procure o arquivo netbeans.conf no diretório de instalação, e adicione “–laf javax.swing.plaf.metal.MetalLookAndFeel” (sem as aspas) na variável netbeans_default_options.

É isso ae, continuo minhas buscas aqui…

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