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Em busca do editor ideal

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Ainda estou na batalha de escolher a IDE perfeita para trabalhar e conseguir tocar meus projetos com o máximo de produtividade, ando por aí testando e testando as opções que aparecem. A intenção é das melhores, achar a DE perfeita (ao menos para mim) e de preferência, livre. Sim porquê não?

Já testei o Eclipse com PDT, que em minhas primeiras impressões sempre me agradou muitíssimo, mas depois que formatei meu note, e tive que baixar novamente, nunca mais consegui instalar os plugins para SVN e Javascript que eu tanto gostava. Outra coisa que não me agrada, é aquele “.project” & “.settings” que ele põe no diretório. Tá, chatice minha.

O Aptana eu também gostei muito, é um Eclipse bombadinho, com ele, foi fácil instalar o SVN, só não consegui trocar algumas teclas de atalho, mas ele começou a travar e eu resolvi sair fora. E ele também mexe na pasta, herança do Eclipse.

Então resolvi instalar o NetBeans 6.1, muito bonito e leve, gostei logo de cara, até escrevi um post sobre isso, irado, irado e irado. Mas, péra.. hmm , tá diferente, os menus estão sem bordas.. ok, é problema sei lá, botei a culpa no Java sem saber, chutei meio certo, meio certo. Meu amigo Michel, evangelizador NetBeans, me deu a dica, adicionei uma linha no netbeans.conf, e o menu voltou a ter bordinha e tudo mais, Java Look, bem bonitinho, voltei a gostar, se não fosse por um outro probleminha, eu perco o foco do editor quando ele tenta me completar algum método, parâmetro, função, qualquer coisa, e eu não consigo editar mais nada, o teclado simplesmente não responde (isso só dentro do NB). Então, tenho que usar o mouse para efetuar uma tarefa qualquer que me abra uma janela (um debug por exemplo), e daí sim, consigo voltar o teclado novamente, muito estranho, essa o Michel não conseguiu me ajudar ainda, mas to na fé.

O Silvano me deu a dica do Zend Studio for Eclipse, muito legal, é grandinho pra baixar, mas é leve, um Eclipse ultra super mega bombado, mas volto a chatice do “.project” e “.settings”, mas isso eu deixo pra lá, uma pena é que a versão que tá disponível expira em 30 dias.

vim - navegador de arquivos
Outro que voltou a ter seu lugar ao sol como IDE efetiva de trabalho aqui no note é o Vim. Tá, antes que você me ch ame de louco, olha nos shots abaixo, o Vim é ultra-mega-irado. Quase tudo que você usa no dia-a-dia em qualquer IDE, o Vim faz, vou citar a lista das mais comuns e práticas:

- cor de sintaxe (:syntax on)
- abas (:tabnew, :tablast, :tabfirst, ctrl+PgUp)
- navegador de arquivos (uso o plugin NerdTree, configurado para abrir com F5 - vide shot)
- acesso a shell (:shell)
- recortar (c), copiar (y) e colar (p)
- buscar (/palavra)
- substituir (:%s/original/substituição)
vim-autocomplete
O Vim é poderosíssimo e pegando o jeito, altamente produtivo. Para isso, como qualquer outro editor, requer somente um pouco de costume. E por ser um editor que vem por padrão em praticamente todas as distribuições fica fácil manter uma configuração pessoal em diversos lugares, já que fica tudo no .vimrc e no diretório .vim - os meus dois são uma mescla de configurações pessoais baseadas no manual, scripts que baixei no site oficial, algumas configurações disponíveis no .vimrc do Aurélio e outras configurações que fui achando na Internet.

Ah, em tempo ainda, a correção do NetBeans passada pelo Michel é a seguinte, procure o arquivo netbeans.conf no diretório de instalação, e adicione “–laf javax.swing.plaf.metal.MetalLookAndFeel” (sem as aspas) na variável netbeans_default_options.

É isso ae, continuo minhas buscas aqui…

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